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Governo Trump

Embora o ex-presidente Barack Obama tenha tentado implantar leis de controle de armas, o projeto foi fortemente negado pelo Partido Republicano, o mesmo de Trump. A Associação Nacional do Rifle (NRA, em inglês), a qual Trump também participa, lidera inúmeras campanhas contra qualquer forma de controle de armas nos Estados Unidos, argumentando que a posse destas torna o país mais seguro. A NRA é um dos grupos norte-americanos mais poderosos, com um orçamento capaz de influenciar membros do Congresso.

De acordo com o Instituto de Pesquisa Pew, em geral, um a cada cinco donos de armas nos EUA são membros da NRA. O grupo gasta, em termos de lobby, oficialmente cerca de U$3 milhões (R$9,4 milhões) por ano.


Embora acredita-se que a população americana hoje deseje o controle de armas, a ideia é falsa. Até os mais intensos defensores do controle de armas as armas não desejam modificar a Segunda Emenda à Constituição sobre sua posse e nenhuma figura política americana fala em confiscar as armas.

O único debate que anima o país se dá sobre questões secundárias, como tornar ilegais os dispositivos que permitem disparar rajadas e a generalização de controles de antecedentes judiciais e psiquiátricos antes da aquisição de armas.

No início deste ano, Trump afirmou que a Segunda Emenda, que garante a posse e a importação de armas, jamais será revogada.


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